domingo, setembro 28, 2008

É PERIGOSO ESTAR CERTO QUANDO O GOVERNO ESTA ERRADO!


No dia 3 de Outubro, Sexta-Feira, pelas 10h da manhã, tem lugar no Tribunal do Santo Ofício, em Monsanto, a leitura da sentença dos 36 arguidos acusados em co-autoria de "discriminação racial" e outros crimes sem qualquer conexão com aquele.

Será o culminar, na primeira instância, de um mega-julgamento histórico que durou cerca de seis meses, tendo começado no dia 9 de Abril de 2008. Apesar de todos os contratempos, mais nenhum dos chamados mega-processos teve um julgamento tão rápido no nosso país. O caso Casa Pia, com menos arguidos que este, dura há 4 anos, e com tendência para demorar.

Procurou-se, neste processo, desferir um golpe anti-democrático contra aqueles que, desde 2004, estiveram na linha da frente na organização de manifestações, eventos, conferências, etc., e que deram tudo para mostrar aos portugueses que um outro país é possível.

Independentemente do desfecho deste processo, ficou por demais demonstrado que, em Portugal, é perigoso estar certo quando o Governo está errado! Apesar disso, os nacionalistas não vão desmobilizar, aconteça o que acontecer, e continuarão a oposição política à máfia que se instalou no poder neste país.


Fazemos assim um apelo para que todos os nacionalistas, e todas as pessoas que lutam pela Justiça e Liberdade, compareçam no Tribunal de Monsanto no dia 3 de Outubro, a partir das 10h, para assistir à leitura da sentença deste processo e demonstrar efectivamente que estão do lado de quem procura, e diz, a verdade!



Mais informações: http://www.forumnacional.net & http://prisoesdeabril.blogspot.com

5 comentários:

Escarpão disse...

Este processo apenas veio/vem demonstrar que a estratégia(ou ausência dela) que se tem verificado na àrea nacionalista tem que mudar.
Quanto ao processo, quando começou já estava "escrito no céu" que o julgamento, foi pouco mais do que jogar um jogo de cartas marcadas.
"Como Amo a minha Pátria, odeio este Governo"

Ategina disse...

Tem de mudar? Então o que acha que está mal e qual a estratégia que aconselha?

Ategina disse...

Naquele julgamento o que foi discutido foi somente pensamentos, pensamentos esses que o juiz disse que não fomos julgados por ser nacionalista, nem por ter livros ou propaganda politicamente incorrecta,e depois condena pessoas pelo que escrevem, sinceramente estou indignada e gostaria de gritar ao mundo todas as injustiças que foram feitas.

Escarpão disse...

Tem que mudar não porque os nacionalistas estejam errados, mas pela emvolvente e em especial pela comunicaçao social hostil que se enfrenta!
Não se reparou na sexta-feira no Jornal 2 a notícia falava em ultra-nacionalistas...Com estes "mérdia" ainda é mais difícil.
Para mim(que não sou filiado no PNR, por isso posso estar a cair em erro como observador não participante) falhou a excessiva colagem à Frente Nacional e muita malta com corte-de-cabelo rente a aparecer nas notícias. Contra mim falo cheguei a usar/conquistar o pente 2 mas acabei por sair.
A Grande Estratégia Nacionalista deveria passar por dois eixos.
O 1.º e Autónomo uma moderação, não necessariamente no discurso, nem nas acções. Mas na imagem dada à comunicação social, e acções mediáticas estilo Greenpeace.
Ataque aos partidos do centrão e não agressão aos outros partidos pequenos com afinidade com a àrea nacional. Falo do "meu" PND, mas também aberto aos monárquicos e descontentes de todas as áreas. Sendo que se terá que pensar numa nova força canjunta caso os resultados das eleições do próximo anos não derem mandatos. Vejamos o exemplo dos Esquerdistas e o que fizeram no BE agora o convite do PCP ao BE.
Em paralelo, uma progressiva infiltração de simpatizantes e filiados "invisíveis" nas mais diversas estruturas do País. Aquilo que nos EUA chamam a solução dos 2%.

Escarpão disse...

Quanto ao julgamento, que não pude seguir, eu próprio fiquei surpreendido pela falta de vergonha e peso de algumas das penas. Este processo só veio mostrar na minha opinião duas coisas.
1.A falta de liberdade de expressão.
2.Se se devem entregar as armas e ter apenas as palavras para combater. Se não se podem usar as palavras que se entender, apenas se pode concluir que não vivemos em democracia. Se não se vive em democracia resta-nos a desobediência civil.