quarta-feira, fevereiro 18, 2015

Rouba em comboios da linha de Sintra


Rouba em comboios da linha de Sintra PSP deteve jovem de 19 anos. Um homem de 19 anos foi detido, na terça-feira, por suspeita de oito crimes de roubo por esticão em comboios da linha de Sintra, no valor de cerca de 3.000 euros, anunciou a PSP. De acordo com uma nota desta polícia, o detido praticou roubos com "especial violência", tendo, nalguns casos, "agredido as vítimas com murros, para subtrair telemóveis e artigos em ouro aos passageiros que viajavam nos comboios desta linha, cujo produto total já ascendia a cerca de 3000 euros". O detido atuava em grupo, "existindo ainda outros suspeitos referenciados pelo que a investigação irá continuar", sublinhou a PSP. O homem foi ouvido na terça-feira no Tribunal de Instrução Criminal, para primeiro interrogatório judicial, tendo ficado em prisão preventiva. Ler mais em:

terça-feira, fevereiro 17, 2015

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (XI)

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (XI): NOS - Amadora https://www.facebook.com/pages/NOS-Amadora/693910324060580?fref=ts Ana Lopes NOS - NOVA ORDEM SOCIAL



Núcleos de Trabalho (XI)

NOS - Amadora

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Ana Lopes

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NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (XII)

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (XII): NOS - Castelo Branco https://www.facebook.com/noscastelobranco?fref=ts Eduardo Rodrigues NOS - NOVA ORDEM SOCIAL



Núcleos de Trabalho (XII)


NOS - Castelo Branco

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Eduardo Rodrigues

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NOS - Nova Ordem Social: Manifesto NOS

NOS - Nova Ordem Social: Manifesto NOS: Desde há 40 anos que a governação em Portugal se faz alternando entre duas forças partidárias . A crença das pessoas nestes partidos é cada ...







Manifesto NOS


Desde há 40 anos que a governação em Portugal se faz alternando entre duas forças partidárias. A crença das pessoas nestes partidos é cada vez menor, algo que tem ficado patente nas mais recentes eleições, com elevados índices de abstenção (nas últimas legislativas cerca de quatro milhões de inscritos não votaram, e nestas últimas europeias esse número quase chegou seis milhões e meio).

Infelizmente, as pessoas sentem que não há alternativa, apesar dos sinais que demonstram pelo desejo de mudança, quer seja através de um interesse cada vez maior nos movimentos cívicos e independentes, quer seja através de “fenómenos mediáticos” - que muitas vezes são vistos pelos cidadãos como único escape possível para apresentarem o seu protesto face aos partidos do arco do poder e a falta de uma verdadeira alternativa nesta democracia!

O desemprego crescente (bem como a precariedade laboral), o monstruoso défice orçamental, a perda de soberania, os elevados impostos sobre as famílias e sobre as empresas, a quebra da natalidade, a supressão de valores e do solidarismo, a ausência de futuro! - É esta a herança que nos deixaram todos aqueles que têm governado o país, com a conivência de outros que se têm servido à mesma mesa do orçamento!

NOS queremos ser, com a sua ajuda, essa alternativa que hoje não existe!

Ruptura com o actual sistema político. Exigimos a criação de uma lei que responsabilize criminalmente os governantes e detentores de cargos públicos por actos de gestão danosa ou negligência grosseira, em prejuízo de todos nós! Incompatibilidade entre a função parlamentar e cargos privados; tornar mais transparentes as nomeações para cargos estatais; desenhar um sistema eleitoral que incorpore listas uninominais; fomentar a participação directa dos cidadãos com recurso a referendos; reduzir o número de parlamentares; aumentar o grau de independência das autoridades reguladoras; transparência no financiamento dos partidos; acabar com a subvenção dos partidos (estes devem conter os seus gastos e sobreviver com as quotas dos seus militantes, não com o dinheiro de quem trabalha!).

Ruptura com o actual sistema de justiça. Tornar a justiça acessível a todos, e em tempo útil, indexando o valor das custas ao rendimento do cidadão que se lhe dirige, que os Juízes julguem e os serviços de apoio executem serviços complementares; que os agentes da Justiça, cumpram os prazos estipulados na Lei, sob pena de estagnação na carreira, entre outras possíveis sanções.

Emprego e Segurança Social. Preconizamos medidas de via fiscal, que substituam progressivamente a tributação do factor trabalho por outros tipos de taxação, por forma a incentivar a criação de emprego; apoiamos a preferência ao trabalhador nacional no acesso ao posto de trabalho; pugnamos pela extinção gradual das empresas de trabalho temporário, por as mesmas se terem convertido numa fórmula de exploração abusiva e precarização laboral.

Fomentar a livre participação (sem recurso a sindicatos partidários) dos trabalhadores na gestão empresarial com vista à transformação na relação entre a empresa e os trabalhadores, para que estes tenham voz activa no processo de tomada de decisões no seio da empresa através de comités criados para o efeito. Para a segurança social, preconizamos um novo tipo de financiamento que incida sobre o volume de negócios das empresas e sobre actividades prejudiciais para o meio ambiente e não sobre o número e o salário dos trabalhadores.

Na agricultura, queremos reforçar a ligação directa entre produção agrícola e consumo, o que implicará o fim da impunidade dos intermediários que não desenvolvem uma função produtiva na economia, e facilitar os mercados agrícolas de transacção directa com os consumidores.

Queremos aproximar o poder do cidadão, pugnando para que haja uma repartição mais igualitária, sem clientelismos, dos recursos para os municípios.

Exigimos uma Educação livre de “politiquices” e de interesses alheios aos estudantes: um ensino livre e plural, totalmente direccionado para as competências e para os saberes dos estudantes, no qual estes terão mais liberdade para escolher as áreas para as quais têm maior perfil, sem a rigidez do sistema actual.

Defendemos políticas que valorizem as famílias, negligenciadas por sucessivos governos que ignoram essa célula basilar da sociedade e o Estado Social: consideramos ser necessária uma Política Familiar que conjugue os imperativos de trabalho com as necessidades das famílias portuguesas; que garanta com deveres sociais os direitos sociais dos cidadãos e das suas famílias; que direccione os fundos disponíveis para campanhas de promoção à família, e não campanhas hedonistas de destruição da mesma; propomos a redução de um terço da jornada laboral para o trabalhador que tenha a seu cargo um menor de um ano, e de um terço da jornada laboral para um terço com direito a metade da sua retribuição salarial para o trabalhador que tenha seu cargo menores de 6 anos.

O NOS preconiza uma outra construção europeia, uma real unidade das nações do nosso continente, em forma de bloco político, económico, social e militar, que defenda efectivamente a Europa da influência política e cultural dos EUA e do expansionismo económico asiático.

Junte-se a NOS! 

quinta-feira, fevereiro 05, 2015

NOS - Nova Ordem Social: Manifesto NOS

NOS - Nova Ordem Social: Manifesto NOS: Desde há 40 anos que a governação em Portugal se faz alternando entre duas forças partidárias . A crença das pessoas nestes partidos é cada ...





Manifesto NOS


Desde há 40 anos que a governação em Portugal se faz alternando entre duas forças partidárias. A crença das pessoas nestes partidos é cada vez menor, algo que tem ficado patente nas mais recentes eleições, com elevados índices de abstenção (nas últimas legislativas cerca de quatro milhões de inscritos não votaram, e nestas últimas europeias esse número quase chegou seis milhões e meio).

Infelizmente, as pessoas sentem que não há alternativa, apesar dos sinais que demonstram pelo desejo de mudança, quer seja através de um interesse cada vez maior nos movimentos cívicos e independentes, quer seja através de “fenómenos mediáticos” - que muitas vezes são vistos pelos cidadãos como único escape possível para apresentarem o seu protesto face aos partidos do arco do poder e a falta de uma verdadeira alternativa nesta democracia!

O desemprego crescente (bem como a precariedade laboral), o monstruoso défice orçamental, a perda de soberania, os elevados impostos sobre as famílias e sobre as empresas, a quebra da natalidade, a supressão de valores e do solidarismo, a ausência de futuro! - É esta a herança que nos deixaram todos aqueles que têm governado o país, com a conivência de outros que se têm servido à mesma mesa do orçamento!

NOS queremos ser, com a sua ajuda, essa alternativa que hoje não existe!

Ruptura com o actual sistema político. Exigimos a criação de uma lei que responsabilize criminalmente os governantes e detentores de cargos públicos por actos de gestão danosa ou negligência grosseira, em prejuízo de todos nós! Incompatibilidade entre a função parlamentar e cargos privados; tornar mais transparentes as nomeações para cargos estatais; desenhar um sistema eleitoral que incorpore listas uninominais; fomentar a participação directa dos cidadãos com recurso a referendos; reduzir o número de parlamentares; aumentar o grau de independência das autoridades reguladoras; transparência no financiamento dos partidos; acabar com a subvenção dos partidos (estes devem conter os seus gastos e sobreviver com as quotas dos seus militantes, não com o dinheiro de quem trabalha!).

Ruptura com o actual sistema de justiça. Tornar a justiça acessível a todos, e em tempo útil, indexando o valor das custas ao rendimento do cidadão que se lhe dirige, que os Juízes julguem e os serviços de apoio executem serviços complementares; que os agentes da Justiça, cumpram os prazos estipulados na Lei, sob pena de estagnação na carreira, entre outras possíveis sanções.

Emprego e Segurança Social. Preconizamos medidas de via fiscal, que substituam progressivamente a tributação do factor trabalho por outros tipos de taxação, por forma a incentivar a criação de emprego; apoiamos a preferência ao trabalhador nacional no acesso ao posto de trabalho; pugnamos pela extinção gradual das empresas de trabalho temporário, por as mesmas se terem convertido numa fórmula de exploração abusiva e precarização laboral.

Fomentar a livre participação (sem recurso a sindicatos partidários) dos trabalhadores na gestão empresarial com vista à transformação na relação entre a empresa e os trabalhadores, para que estes tenham voz activa no processo de tomada de decisões no seio da empresa através de comités criados para o efeito. Para a segurança social, preconizamos um novo tipo de financiamento que incida sobre o volume de negócios das empresas e sobre actividades prejudiciais para o meio ambiente e não sobre o número e o salário dos trabalhadores.

Na agricultura, queremos reforçar a ligação directa entre produção agrícola e consumo, o que implicará o fim da impunidade dos intermediários que não desenvolvem uma função produtiva na economia, e facilitar os mercados agrícolas de transacção directa com os consumidores.

Queremos aproximar o poder do cidadão, pugnando para que haja uma repartição mais igualitária, sem clientelismos, dos recursos para os municípios.

Exigimos uma Educação livre de “politiquices” e de interesses alheios aos estudantes: um ensino livre e plural, totalmente direccionado para as competências e para os saberes dos estudantes, no qual estes terão mais liberdade para escolher as áreas para as quais têm maior perfil, sem a rigidez do sistema actual.

Defendemos políticas que valorizem as famílias, negligenciadas por sucessivos governos que ignoram essa célula basilar da sociedade e o Estado Social: consideramos ser necessária uma Política Familiar que conjugue os imperativos de trabalho com as necessidades das famílias portuguesas; que garanta com deveres sociais os direitos sociais dos cidadãos e das suas famílias; que direccione os fundos disponíveis para campanhas de promoção à família, e não campanhas hedonistas de destruição da mesma; propomos a redução de um terço da jornada laboral para o trabalhador que tenha a seu cargo um menor de um ano, e de um terço da jornada laboral para um terço com direito a metade da sua retribuição salarial para o trabalhador que tenha seu cargo menores de 6 anos.

O NOS preconiza uma outra construção europeia, uma real unidade das nações do nosso continente, em forma de bloco político, económico, social e militar, que defenda efectivamente a Europa da influência política e cultural dos EUA e do expansionismo económico asiático.

Junte-se a NOS! 

NOS - Nova Ordem Social: Jovem - Somos NOS!

NOS - Nova Ordem Social: Jovem - Somos NOS!: Vamos iniciar um novo ciclo NOS, mais desafiador, com metas ambiciosas de militância e de projectos onde a tua presença será indispensá...





Jovem - Somos NOS!




Vamos iniciar um novo ciclo NOS, mais desafiador, com metas ambiciosas de militância e de projectos onde a tua presença será indispensável.

Em Fevereiro, teremos o arranque desta grande tarefa, com os pés assentes neste presente, que se afigura como o momento certo para colocar em marcha a actividade de resistência, que a nossa a juventude demonstra no dia-a-dia. Contamos contigo para grandes feitos!
 
Vamos transpor essa atitude de uma forma militante que ajudará a moldar a nossa sociedade.

Contamos contigo! Aparece e traz amigos, contacta-nos via Facebook ou através do sitewww.novaordemsocial.pt.

Vem conhecer-nos! O futuro da nação começa em ti.

NOS - Nova Ordem Social

Somos Portugal!

terça-feira, fevereiro 03, 2015


NOS - Nova Ordem Social | Facebook https://pt-br.facebook.com/NOSnovaordemsocial

PORTUGAL AOS PORTUGUESES: O Comunismo é Bom!

PORTUGAL AOS PORTUGUESES: O Comunismo é Bom!: 23/02 - MEU PAI FOI ASSASSINADO PELOS COMUNISTAS COMISSÃO DA VERDADE. MAIS UMA VEZ O GRUPO GUARARAPES ENCAMINHA UM CASO PARA A BUSCA ...

Documentos das contas da familia Sócrates em offshores


Documentos das contas da familia Sócrates em offshores.
Com a assinatura da Senhora D.ª Elvira Fernanda Pinto da Silva Monteiro, tia de José Sócrates, é criada uma Sociedade ou Conta Offshore com o tio Júlio Coelho Monteiro (aquele da casa de Cascais…) e os primos. Agora basta movimentá-la em qualquer cidade do Mundo com um vulgar cartão. O dinheiro depositado não recebe juros, pelo contrário, tem encargos. O montante pode ir para um banco alemão que empresta a Portugal a 5% ou mais... OFFSHORE EM NOME DA FAMÍLIA DE JOSÉ SÓCRATES (clique nas imagens para ampliar) 1 - O CONTRATO 2 - DECLARAÇÃO DA TRUST SOBRE OS TÍTULOS 3 - UM EXTRACTO BANCÁRIO DO BNC INTERNATIONAL (CAYMAN) LTD
ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/05/socrates-e-as-contas-em-offshores.html#ixzz3QhUTvANq

O regresso de Mário Machado


Aumentar: https://ntpinto.files.wordpress.com/2014/05/aberturaok.jpg

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (V)

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (V): NOS - Santarém https://www.facebook.com/nossantarem?fref=ts Diamantino Pedro NOS - NOVA ORDEM SOCIAL

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (VI)

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (VI): NOS - Loures https://www.facebook.com/louresnos?fref=ts Andreia Sousa NOS - NOVA ORDEM SOCIAL

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

Aurora Dourada distribui comida aos '100% gregos' - Globo - DN

Aurora Dourada distribui comida aos '100% gregos' - Globo - DN



http://inteligenciaeconomica.com.pt/wp-content/uploads/2013/09/Aurora-Dourada-nas-ruas-de-Atenas.jpg

Neonazis do Aurora Dourada são a terceira força partidária na Grécia - Zona Euro - Jornal de Negócios

Neonazis do Aurora Dourada são a terceira força partidária na Grécia - Zona Euro - Jornal de Negócios

Zon Optimus avança com marca Nós (actualizado) | Computerworld

Zon Optimus avança com marca Nós (actualizado) | Computerworld

Nova marca NOS também é sigla de extrema direita - Economia - DN

Nova marca NOS também é sigla de extrema direita - Economia - DN

NOS - Nova Ordem Social: Trabalho e Emprego

NOS - Nova Ordem Social: Trabalho e Emprego: Na actualidade, o liberal-capitalismo financeiro desenvolve um feroz ataque, de uma forma estruturada e metódica, contra o mundo do trab...



Trabalho e Emprego

Na actualidade, o liberal-capitalismo financeiro desenvolve um feroz ataque, de uma forma estruturada e metódica, contra o mundo do trabalho. O liberal-capitalismo procura por todos os meios manter-se como sistema hegemónico no mundo ocidental, orquestrando o condicionamento, de uma forma sistemática, a opinião pública, alicerçada numa classe politica e pelos media que são pertença dos grandes grupos económicos. Procuram criar um clima em que o nosso povo aceite - sem ousar contestar - a tomada de posições que nada mais são do que formas predatórias de actuação, apropriando-se da riqueza produzida, do nosso património material e imaterial, da nossa força laboral.

Eles socorrem-se de uma complexa engenharia financeira, por forma a aumentar exponencialmente os seus dividendos, e ao mesmo tempo, demitindo-se de um sentido comunitarista (afinal como deveria ser apanágio de uma comunidade nacional) transferindo as suas sedes empresariais para paraísos fiscais criados especialmente para o efeito. Se no passado existiam barreiras erigidas pelos povos para se protegerem do apetite voraz destes predadores, hoje tudo isso desmoronou, sob a capa do que hoje se tornou a religião oficial na Europa e em Portugal, o liberalismo económico desregulado. “Não devemos levantar barreiras ao comércio livre”, afirmam constantemente. Na mesma senda, exigem um desmantelar completo do aparelho estatal, reduzido à sua função mínima excepto quando, através das próprias regras de mercado, este se volta contra os seus próprios interesses, procurando ai uma forte intervenção estatal por forma a salvarem o seu investimento.


Após um período de relativa prosperidade no passado, na qual um trabalhador poderia mudar facilmente de entidade empregadora em busca daquela que melhores remunerações e condições laborais oferecesse, período esse durante o qual o valor económico adicionado em favor do trabalho era percentualmente muito maior, ficando a menor parte deste valor para o capital. Esta repartição de riqueza gerada deixou de ser conveniente ao grande capital, com o fim da guerra fria, e o fim da ameaça do regime moscovita, a ameaça de qualquer deriva por parte das classes trabalhadoras mais desfavorecidas deixou de constituir uma força ameaçadora para o grande capital. Toda a inversão do valor económico agregado foi sendo paulatinamente alterado, mas não de uma forma brusca - susceptível que seria de agitar revoltas populares. Começou-se pois então a recorrer à imigração em massa proveniente de regiões comummente associadas ao terceiro-mundo, criando desta forma concorrência ao trabalhador nacional por forma a baixar os custos salariais, regalias e direitos laborais, incentivando a precariedade. Não é de forma alguma inocente a forma de agir, sob a capa de um pseudo humanismo hipócrita que o actual sistema, com grande parte da população activa em situação de desemprego de longa duração, o fenómeno migratório continue na ordem do dia. Após décadas de imigração massiva com naturalizações extraordinárias, o valor económico adicionado ao capital aumentou ao mesmo tempo que o valor económico adicionado relativo ao trabalho baixou drasticamente, estando o nível salarial equiparado ao de décadas atrás. Há que considerar que parte de valor não é reinvestido na economia para criar novos empregos, mas sim destinado aos mercados especulativos.

Face à ofensiva declarada do capital ao trabalho defendemos:

1) 40 horas semanais, contando para o efeito os tempos de pausa, em todos os sectores de actividade sem que exista em caso algum perca de retribuição salarial.

2) Diminuição do expediente do recurso ao trabalho suplementar para evitar a contratação de mais trabalhadores necessários à produção.

3) Pugnar pela extinção gradual das empresas de trabalho temporário, por as mesmas se terem convertido numa fórmula de exploração abusiva e precarização laboral.

4) Fomentar a participação dos trabalhadores na gestão empresarial com vista à transformação na relação entre a empresa e os trabalhadores, para que estes tenham voz activa no processo de tomada de decisões no seio da empresa através de comités criados para o efeito.

5) Estabelecimento de um salário social para os desempregados de longa duração - salário mínimo que permita viver com um mínimo de dignidade e cobrir as necessidades básicas.

6) Redução de um terço da jornada laboral para o trabalhador que tenha a seu cargo um menor de um ano.

7) Redução de um terço da jornada laboral para um terço com direito a metade da sua retribuição salarial para o trabalhador que tenha seu cargo menores de 6 anos.

8) Preferência ao trabalhador nacional no acesso ao posto de trabalho.

NOS - Nova Ordem Social: Recolha de Assinaturas

NOS - Nova Ordem Social: Recolha de Assinaturas: 1) Assinaturas NOS - Clique aqui para descarregar e imprimir (formato PDF) Documento obrigatório para recolha de assinaturas com declar...





Recolha de Assinaturas


1) Assinaturas NOS - Clique aqui para descarregar e imprimir (formato PDF)
Documento obrigatório para recolha de assinaturas com declaração e sigla + nome - NOS, Nova Ordem Social.

2) Manifesto - Clique aqui para descarregar e imprimir (formato PDF)
Documento provisório com declaração de princípios e ideias, serve como apresentação para recolha de assinaturas, não é um programa político.

3) Contacto NOS - Clique aqui para descarregar e imprimir (formato PDF)
Documento para fornecer dados de contacto para aqueles que estiverem interessados em colaborar com o futuro partido.

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (V)

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (V): NOS - Santarém https://www.facebook.com/nossantarem?fref=ts Diamantino Pedro NOS - NOVA ORDEM SOCIAL

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (IV)

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (IV): NOS - Cascais https://www.facebook.com/noscascais?fref=ts Luís Filipe Graça NOS - NOVA ORDEM SOCIAL

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (III)

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (III): NOS - Algarve https://www.facebook.com/pages/NOS-Algarve/826087160798424?fref=ts Rui Roque NOS - NOVA ORDEM SOCIAL

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (II)

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (II): NOS - Lisboa   https://www.facebook.com/pages/NOS-Lisboa/790310091005997 Patrícia Gonçalves NOS - NOVA ORDEM SOCIAL

NOS - Nova Ordem Social: Comunicado de Imprensa - Início da Campanha de Rec...

NOS - Nova Ordem Social: Comunicado de Imprensa - Início da Campanha de Rec...: "Exmos Srs, O Movimento de Cidadania NOS - Nova Ordem Social, no sentido de se registar como Partido Político no Tribunal Constituc...

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (I)

NOS - Nova Ordem Social: Núcleos de Trabalho (I): Caros simpatizantes e apoiantes do NOS Serve esta presente publicação para dar a conhecer alguns núcleos de trabalho já formados e activ...

NOS - Nova Ordem Social: Campanha de recolha de assinaturas: Grupos de Trab...

NOS - Nova Ordem Social: Campanha de recolha de assinaturas: Grupos de Trab...: Caros amigos, apoiantes e simpatizantes do NOS - Nova Ordem Social, hoje temos o prazer de informar que estão oficialmente estruturados os...

NOS - Nova Ordem Social: Recolha de Assinaturas

NOS - Nova Ordem Social: Recolha de Assinaturas: 1) Assinaturas NOS - Clique aqui para descarregar e imprimir (formato PDF) Documento obrigatório para recolha de assinaturas com declar...

NOS - Nova Ordem Social: A CPLP foi assassinada!

NOS - Nova Ordem Social: A CPLP foi assassinada!: O movimento político Nova Ordem Social encara com absoluto desagrado a adesão da Guiné Equatorial à Comunidade dos Países de Língua Portugu...

NOS - Nova Ordem Social: NOS e a Europa

NOS - Nova Ordem Social: NOS e a Europa: "Geopolítica/Economia - Posicionamento de Portugal na Europa e no Mundo" A crise financeira internacional de 2007-2008 e os...

NOS - Nova Ordem Social: Trabalho e Emprego

NOS - Nova Ordem Social: Trabalho e Emprego: Na actualidade, o liberal-capitalismo financeiro desenvolve um feroz ataque, de uma forma estruturada e metódica, contra o mundo do trab...

NOS - Nova Ordem Social: NOS e a Educação

NOS - Nova Ordem Social: NOS e a Educação: “Se os teus projectos forem para um ano, semeia o grão. Se forem para dez anos, planta uma árvore. Se forem para cem anos, educa o povo” (Pr...

NOS - Nova Ordem Social: Conferência de Imprensa de Pedro Passos Coelho e a...

NOS - Nova Ordem Social: Conferência de Imprensa de Pedro Passos Coelho e a...: Pedro Passos Coelho (PPC) apresentou ontem, dia 4 de Maio, em directo, a sua análise sobre a situação de Portugal no Euro, comunicando ao ...

NOS - Nova Ordem Social: NOS e a Europa

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