sábado, agosto 12, 2006





Racismo Judaico contra Não-Judeus conforme expresso no Talmud


"O judeu moderno é o produto do Talmud..."



- "Talmud Babilônico", publicado pela Socidade Talmúdica de Boston, p. XII



Os judeus se referem ao restante dos habitantes da Terra, os povos não-judeus, como "gentios", "goyim". Vamos ver o que o Talmud judaico ensina aos judeus quanto à maioria não-judaica, isto é, aqueles que não pertencem ao "povo escolhido" de Javé:



"Os judeus são chamados seres humanos, mas os não-judeus não são humanos. Eles são bestas."
- Talmud: Baba mezia, 114b




"O Akum (não-judeu) é como um cachorro. Sim, a escritura ensina a honrar o cachorro mais do que ao não-judeu."
- Ereget Raschi Erod, 22 30




"Mesmo tendo sido criados por Deus os não-judeus ainda são animais em forma humana. Não cai bem para um judeu ser servido por um animal. Portanto ele será servido por animais em forma humana."
- Midrasch Talpioth, p. 255 Warsaw 1855




"Uma grávida não-judia não é mais do que um animal grávido."
- Coschen hamischpat 405




"As almas dos não-judeus vem de espíritos impuros e são chamadas porcos."
- Jalkut Iuchoth Haberith, p. 250 b



"Se você comer com um gentio, é o mesmo que comer com um cachorro."
- Tosapoth, Jebamoth 94b




"Se o judeu tem um servente não-judeu que morre, um não deve expressar simpatia ao judeu. Você deve dizer a ele: "Deus irá repor 'sua perda', como se um de seus bois tivesse morrido."
- Jore dea 377,1




"Relação sexual entre gentios é como relação sexual entre animais."
- Talmud Sanhedrin 74b




"É permitido tirar o corpo e a vida de um gentio."
- Sepher ikkarim III c 25




"É a lei matar qualquer um que nega a Torah. Os cristãos pertencem aos negaceadores da Torah."
- Coschen hamischpat 425 Hagah 425,5





"Um gentio herético você pode matar com suas próprias mãos."
- Talmud, Abodah Zara, 4b




"Todo judeu, que faz jorrar o sangue dos sem-Deus (não-judeus), está fazendo o mesmo que um sacrifício a Deus."
- Talmud: Bammidber raba c 21 & Jalkut 772

Ruínas romanas da Abicada estão ao abandono


O presidente da Câmara de Portimão voltou a garantir que nenhum projecto será aprovado para a Ria de Alvor, sem a anterior elaboração de um plano de pormenor para a área.


A estação arqueológica está ao abandono e, depois de ter visto a cerca reconstruída, volta a estar à mercê de vandalismo e de quem quer levar consigo uma pedrinha do mosaico (tecela) para recordação.

O IPPAR prevê inscrever na sua proposta de investimentos para 2007 a consolidação dos mosaicos, a elaboração de um programa de base para a cobertura das ruínas, a instalação de sinalética e até o aumento da escavação, mas tudo isso depende da aprovação do Governo.



O que é a Abicada

Localiza-se num pequeno terraço geológico sobranceiro à Ria de Alvor, em condições ambientais privilegiadas, entre Lagos e Portimão.

Na Época Romana, dependia administrativamente de Lacobriga (actual Lagos) ou Cilpes (actual Silves), núcleos urbanos que disputam o estatuto de capitalidade na ciuitas que abrangia o Barlavento Vicentino e o vale do Arade.

Com acesso directo à ria, então navegável, dispunha de um cais de acostagem e encontrava-se perto de núcleos populacionais com alguma importância e que exerceriam a sua influência: Ipses (Alvor) e, na foz do Arade, Portus Hannibalis (Portimão).

A parte da domus até agora posta a descoberto apresenta uma disposição rigorosamente geométrica e linear, constituída por três corpos distintos unidos por uma galeria porticada que corria do lado sul, aberta para a ria e por onde se acedia à parte residencial.

Os restantes componentes da uilla — as termas, o alojamento dos servos e outros elementos indispensáveis a uma exploração agrícola — estariam dispersos por uma vasta área, provavelmente localizada na plataforma onde hoje se ergue a Quinta da Abicada e sob os terraços da moderna exploração agrícola.

O corpo central organiza-se em torno de um tanque hexagonal central, com colunas, colocadas em cada vértice do hexágono, onde se apoiava a cobertura de um corredor porticado que rodeava o tanque e dava acesso a seis compartimentos rectangulares, com pavimento revestido a mosaico, possivelmente com a função de quartos de dormir.

No corpo poente os compartimentos, revestidos por mosaico, são organizados em torno de uma dependência centralizada, quadrangular. Em redor, desenvolve-se um corredor periférico que comunicava com os restantes compartimentos.

No corpo nascente, as divisões organizam-se a partir de um corredor axial. A não existência de mosaicos tem levado à identificação desta área como zona de serviços da domus.


23 de Junho de 2006







Feira Medieval em SILVES - 10 a 15 de Agosto












Nestes dias quentes de Verão, a partir de hoje e até terça-feira, dia 15, o Algarve vai voltar à Idade Média, em mais uma edição da Feira Medieval.
O ponto alto está marcado para dia 13 de Agosto, domingo, às 21 horas, em Silves, quando 80 pessoas trajadas ao preceito da época medieval vão fazer uma visita à zona histórica, ouvir um concerto de música gregoriana na Sé e ainda degustar um jantar medieval no Castelo.


A partir de hoje e até 15 de Agosto, vai ser recriada a história, a cultura e o entretenimento das populações que ajudaram a fundar a cidade.

Hoje, gaiteiros, bailias e folias vão recriar o ambiente do povo em festa.

Amanhã, dia 11, chegam os emissários mouros, faz-se o resgate dos cativos e negoceia-se um casamento.

No dia 12, vai ser criado o ambiente da festa do povo, com a bênção dos guerreiros. No dia seguinte, Silves vai assistir a um casamento segundo os preceitos sarracenos.

A partida dos nubentes e dos emissários mouros é feita a 14 e, no último dia, a cidade vai encher-se de alegria com a festa da terra. Jogos populares, malabaristas e acrobatas, artesãos e mercadores vão ajudar a recriar a cidade de Silves dos tempos medievais.

A Feira Medieval está aberta diariamente entre as 18 horas e a 1 hora da madrugada.

A Feira Medieval de Silves integra-se na programação do Portugal Summer. Esta é mais uma das iniciativas do Ministério da Economia e da Inovação, em parceria com a Região de Turismo do Algarve e com a Câmara Municipal de Silves, que se insere na estratégia de promoção turística nacional.


10 de Agosto de 2006


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