quinta-feira, junho 23, 2011

Panteão Nórdico!


Os Principais Deuses Nórdicos 

Adgir - Senhor do Mar – Esposa: Ran
Aesir – Raça e Terra dos Deuses Guerreiros – Odin, Thor e Tyr
Alcis - Gêmeos, Deuses do Céu
Andhrímnir - Cozinheiro dos Deuses
Aurvandil - Personagem menor do Skáldskaparmál
Asgaard – Capital de Aesir
Balder - Deus do Brilho, da Paz, do Renascer - Esposa: Nanna
Borr - Pai de Odin, Vili e Ve - Esposa: Bestla
Bragi - Deus da Poesia - Esposa: Iðunn
Búri - Mais antigo dos Deuses, pai de Borr
Dagr - Deus do Dia – filho de Delling (aurora) e Nótt (noite)
Delling - Deus do Alvorecer – Pai de Dagr, com Nott
Eir – Deusa da Cura, da Medicina
Elli - Personificação da Velhice
Fjorynn – Alguma coisa, algo ou alguem de Thor
Forseti - Deus da Justiça, Paz, Verdade – filho de Balder, com Nanna
Freya - Deusa da Fertilidade, Bem estar, Amor, Beleza, Mágica, Profecia, Guerra, Batalha, Morte – Marido: Óðr
Freyr - Deus da Virilidade, Sol e Chuva - Esposa: Gerd
Frigg - Deusa do Casamento e da Maternidade – Marido: Odin
Fulla - Aia de Frigg
Fenrir- Filho de Loki com a Gigante Angrboda Destinado a crescer e devorar Odin durante Ragnarök
Gefjun – Deusa da Fertilidade, dos Arados, recebe as Virgens mortas
Hella - Rainha do “Hel ou Niflhiem, o mundo dos Mortos
Heimdallr (Rígr) - um dos Æsir e Guardião do Reino de Asgard
Hermódr - Filho de Odin
Hlín - Deusa da Consolação
Höder - Deus do Inverno, cego, matou Balder
Hœnir - Deus Silencioso, companheiro de Odin e de Loki
Iðunn - Deusa guardiã das Maças douradas da Juventude – Marido: Bragi
Jörð - Deusa da Terra – Mãe de Thot, com Odin
Jötnar – Raça de Gigantes
Kvasir - Deus da Inspiração, da Eloquência sábia
Lofn - Deusa do Amor
Loki - Deus enganador, do Engodo, Mentira, Discórdia, Fogo - Esposa: Sigyn ou Saeter
Máni - Deusa da Lua
Mímir - Tio de Odin; da Sabedoria
Magni - Filho de Thor e Járnsaxa.
Meili - Irmão de Thor
Miming – Troll das Florestas; Hoder matou Balder com a espada de Miming
Móbi ou Magni - Filho de Thor
Nanna - Uma Ásynja, esposa de Balder, mãe de Foresti
Nehallenia – Deusa da Abundância
Nerthus - Deusa da Terra, ligada a Njord
Njörd - Deus do Mar, Vento, Peixes, Navios, Saúde
Norns – As três Deusas do Destino: Urd (Fado), Skuld (Futuro), Verdandi (Presente)
Nótt - Deusa da Noite, filha de Narvi, mãe de Auð (com Naglfari), Jörð (com Annar) e Dagr (com Delling)
Odin (Wotan) - Senhor de Æsir. Deus da Guerra, sabedoria, Poesia, Estudo – Esposa: Frigg.
Óttar – “Deus das Focas”
Ran - Deusa do Mar. dos Agogados – Marido: Adgir
Saga - Divindade obscura, talvez a mesma
Sif - Esposa de Thor
Sjöfn - Deusa do Amor
Skaði - Deusa do Inverno – Marido: Njord
Skirnir- Escudeiro de Frey
Skuld - (Futuro) uma das Norns, fica em Yggdrasill( a àrvore do Mundo).
Snotra - Deusa da Prudência
Sol (Sunna) - Deusa do Sol
Thor (Donar) - Deus do Trovão, Céu, Batalha, Colheitas – Esposa: Sif
Týr (Ziu, Saxnot) - Deus da Guerra, da Justiça
Ullr - Deus das Habilidades, Caça, Duelo, filho de Sif e Thor
Urd - (Fado) uma das Norns, fica em Yggdrasill (a àrvore do Mundo)
Valquírias – Mulheres aliadas dos Deuses Guerreiros
Váli - Deus da Vingança, filho de Odin
Vanir – Raça de Deuses benevolentes e da fertilidade - Njörðr, Freyja, Freyr
Var - Deus a do Contrato
Vé - Um dos Deuses da Criação, com Odin e Vili, seus irmãos
Verdandi - (Presente) uma das Norns, fica em Yggdrasill (a àrvore do Mundo)
Vidar Filho de Odin com a Gigante Gríðr, Matador de Lobo Fenvir.
Vili - Um dos Deuses da Criação, com Odin e Vé, seus irmãos
Vör - Deusa da Sabedoria, da Verdade
Thrúd - Filha de Thor e Sif






Pseudo-divindades nórdicas
Não presentes nas fontes mais antigas:




Astrild - Deusa do Amor – confunde-se com Freyja









Jofur - Algo como Júpiter Romano confunde-se com Thor




Brono – suposto filho de Balder - confunde-se com Dagr ou Forseti







Geirrendour -suposto Pai das Sereias - confunde-se com Adgir



Glúm - suposto auxiliary de Frigg

Laga - suposta Deusa dos Poços e Fontes – possível origem em Laha (mitol. Celta)

Fonte

segunda-feira, junho 20, 2011

Brighid, a poetisa, Brighid, a médica, e Brighid, a ferreira...


Oração a Brighid
Abençoada seja, a Senhora do fogo!
A Deusa da luz e da sapiência,
Forja ardente que transforma o ferro em aço,
Protegei seus filhos com benevolência.
A Mãe que irradia a promessa
No ventre sagrado à luz renovada
Esteja entre nós nesta roda solar
Iluminando-nos com sua chama sagrada.
O doce mel que purifica nossa alma
Despertai a alegria do coração,
Com o hidromel, o néctar dos Deuses.
Salve Brighid amada, pela divina inspiração!
Rowena Arnehoy Seneween ®
Extraído do livro Brumas do Tempo
Todos os direitos reservados.




A DEUSA TRÍPLICE

Símbolo da Mãe tríplice




Brighid, também grafada Brigid ou Brigit, é uma deusa celta muito popular na Irlanda.
Brighid era representada por três mulheres, Brighid, a poetisa, Brighid, a médica, e Brighid, a ferreira, sendo conhecida com a deusa da Tríplice Chama, pois o fogo alimenta as forjas, esquenta os experimentos dos alquimistas, e incendeia a mente dos poetas.
Brighid é uma das deusas chamadas de pan-célticas, pois fora cultuada por todos os diferentes povos celtas.
Brighid era filha do deus supremo Dagda, e um dos Tuatha Dé Danann. Ela era esposa de Bres, rei dos Tuatha Dé Danann, com quem teve um filho, Ruadán.



sábado, junho 18, 2011

UMA PÁGINA DE CORAGEM, VERDADE E HONRA!

CNPP - Comunidade Nórdica-Pagã Portuguesa













Fundado
Sábado, 18 de Junho de 2011
Sobre
Página representativa de todos os portugueses que defendem a cultura nórdica-pagã portuguesa. .
Missão
"Lo, there do I see my father.
Lo, there do I see my mother,
and my sisters, and my brothers.
Lo, there do I see the line of my people,
Back to the beginning!

Lo, they do call to me.
They bid me take my place among them,
In the halls of Valhalla!
Where the brave may live forever!"

"Olhai, que ali vejo o meu pai...
Olhai que ali vejo a minha mãe,
minhas irmãs e meus irmãos...
Olhai que ali vejo a linha dos meus ancestrais,
desde o principio...
Olhai que eles chamam por mim,
para que eu ocupe o meu lugar junto deles,
no salão de Valhalla,
onde os bravos podem viver para sempre... "







sexta-feira, junho 17, 2011

Hail Nietzsche, grande pensador!

A Fragilidade dos Valores





Todas as coisas «boas» foram noutro tempo más; todo o pecado original veio a ser virtude original. O casamento, por exemplo, era tido como um atentado contra a sociedade e pagava-se uma multa, por ter tido a imprudência de se apropriar de uma mulher (ainda hoje no Cambodja o sacerdote, guarda dos velhos costumes, conserva o jus primae noctis). Os sentimentos doces, benévolos, conciliadores, compassivos, mais tarde vieram a ser os «valores por excelência»; por muito tempo se atraiu o desprezo e se envergonhava cada qual da brandura, como agora da dureza. 
A submissão ao direito: oh! que revolução de consciência em todas as raças aristocráticas quando tiveram de renunciar à vingança para se submeterem ao direito! O «direito» foi por muito tempo um vetitum, uma inovação, um crime; foi instituído com violência e opróbio.
Cada passo que o homem deu sobre a Terra custou-lhe muitos suplícios intelectuais e corporais; tudo passou adiante e atrasou todo o movimento, em troca teve inumeráveis mártires; por estranho que isto hoje nos pareça, já o demonstrei na Aurora, aforismo 18: «Nada custou mais caro do que esta migalha de razão e de liberdade, que hoje nos envaidece». Esta mesma vaidade nos impede de considerar os períodos imensos da «moralização dos costumes» que precederam a história capital e foram a verdadeira história, a história capital e decisiva que fixou o carácter da humanidade. Então a dor passava por virtude, a vingança por virtude, a renúncia da razão por virtude, e o bem-estar passivo por perigo, o desejo de saber por perigo, a paz por perigo, a misericórdia por opróbio, o trabalho por vergonha, a demência por coisa divina, a conversão por imoralidade e a corrupção por coisa excelente. 

Friedrich Nietzsche, in 'A Genealogia da Moral'








terça-feira, junho 07, 2011

MINUTO SENTIMENTAL...



Toca-me


Toca-me,

sem uma palavra

só a tua pele

e a tua alma

Toca-me, o tempo vai
movendo a luz, do meu olhar.

Toca-me, que tenho medo.
Pode o amor, guardar segredo?

Toca-me, nesta penumbra.
Depois de ti, a noite dura.

REFRÃO

To...ca-...me, meu amor
To...ca-...me, meu amor

Toca-me, sem uma palavra.
Só a tua pele, e a tua alma.

REFRÃO
Toca-me, meu amor
Toca-me, meu amor

Solo

Toca-me, meu amor


Toca-me, meu amor
Toca-me, meu amor… meu amor…