| A SITUAÇÃO DEPLORÁVEL A QUE CHEGÁMOS |
O Estado, ao invés de defender a Nação, vem-se tornando progressivamente no seu principal inimigo, desprezando as suas reais necessidades. Este monstro, que engordou mais do dobro numa geração, vem apesar disso transformando-se numa trituradora de impostos, cada vez mais coerciva e totalitária, que exige cada vez mais e oferece cada vez menos.
A maioria dos portugueses, apesar de revoltada com a actual situação, limita-se a protestar em surdina e abstém-se de participar na vida política. Os resultados estão à vista: deixados à sorte por uma classe política corrupta e inepta, os portugueses vivem, há quase quatro décadas em permanente e anunciada crise, que além de económica é também, ou sobretudo, de valores. É patente o empobrecimento progressivo do país a todos os níveis. Os partidos instalados no parlamento funcionam como agências de “tachos e negociatas”.
A Fiscalidade é injusta, asfixiante e surrealista, impeditiva de qualquer empreendedorismo ou até mesmo da sobrevivência digna das famílias. A Justiça, desvirtuada da sua nobre função e prostituída às mãos de pedófilos, corruptos e de toda a sorte de tratantes só acode aos interesses dos poderosos, revelando-se terrivelmente injusta. O interior do país, votado ao abandono, morre progressivamente por causa de políticas economicistas criminosas que levam ao encerramento de serviços administrativos e da actividade económica. As fileiras do desemprego não param de crescer ameaçando qualquer um e resta saber quem poderá sustentar e até quando, a factura dos subsídios de desemprego ou de outras formas de subsídio. A economia entrou em recessão e não apresenta qualquer sinal de mudança ou esperança. A qualidade do ensino degrada-se ano após ano, promovendo-se o facilitismo. A Família é desprezada e os seus valores destruídos. Infelizmente, parece que alcançámos, em pleno século XXI, os maiores índices de emigração de sempre – milhares de portugueses, ao cabo de quase 40 anos de regime, são obrigados a partir para obter o sustento que a Pátria lhes nega. Em simultâneo, a imigração em massa tem provocado a redução gradual dos salários, degradado o “ambiente social” e ameaçado a identidade nacional. A criminalidade violenta alastra pelo país inteiro com grande impunidade. Aumentam de modo alarmante os problemas sociais. Os subsídios e rendimentos são usados como esmola, com vista a manter boa parte da população calada e temente ao Estado. Tudo isto implica um gigantesco custo social, bem como económico, a suportar pelos portugueses que trabalham.
O dinheiro subtraído dos impostos desaparece ao sabor de interesses particulares e dos partidos e, por isso, sem qualquer benefício palpável para o bem-estar dos Portugueses e progresso da Nação. Portugal é um enorme sumidoiro de dinheiro nos bolsos de toda a espécie de imoralidade e corrupção, sendo que todos os partidos do sistema têm rabos-de-palha.
| SOLUÇÃO NACIONALISTA |
Face a este diagnóstico real há que ser frontal, e explicar aos Portugueses que este país precisa de uma mudança verdadeira, e que esta não está apenas nos números ou em qualquer “cosmética”.
Numa época de mundialismo sem freio, é preciso sentir em português e pensar em português o que só em português pode e deve ser sentido e pensado.
O objectivo que hoje nos deve animar é este: responder à afundação da nacionalidade mediante uma segunda fundação da mesma — e libertar Portugal da pior ralé de governantes que lhe tocou em azar.
| AS NOSSAS PRIORIDADES |
Só há solução para sair deste buraco onde nos meteram, e que passa por uma mudança radical de rumo e de mentalidade: recuperar o Orgulho Nacional, a Soberania e a Identidade; combater sem contemplações a corrupção; combater sem tréguas a injustiça social e a imoralidade das mordomias e benesses de muitos; promover sem complexos as medidas proteccionistas que reanimem a Produção Nacional e nos libertem da servidão externa e dos interesses capitalistas.
Mudar as mentalidades vai levar muitos anos e requer vontade política, constância e firmeza. E isso tem que passar pelo exemplo que vem de cima, dos governantes: servir a Pátria em vez de servir-se dela!
Como é óbvio não se pode nem deve esperar que este caminho que urge trilhar, seja traçado justamente pelos grandes culpados que dão voz ao regime de partido único, embora com cinco secções no parlamento – o “Clube dos Cinco”.
Não acreditamos pois, em soluções que venham da parte dos responsáveis pelo actual estado de coisas, nem em soluções pontuais e de remendo, que, ao invés de resolverem os males, apenas os adiam e agravam.
Advogamos assim uma mudança radical, de fundo estrutural que passe pelo fim das políticas anti-nacionais, traidoras e suicidas e que defenda um novo Regime de cariz Nacional e Social no qual se promova a Soberania, a Identidade, a Justiça Social e o Espírito de Serviço.
Por isso o PNR elenca algumas áreas onde a intervenção é prioritária.
> Defender os valores da Família e da Vida, sem concessões de qualquer espécie;
> Travar as batalhas da Educação, da Saúde e da Justiça, através de um programa nacionalista com olhos para o futuro;
> Salvaguardar a nossa Identidade e a noção de Nação face à ameaça de morte que sobre ela impende, através de uma política de Defesa Nacional corajosa que encare de frente a Soberania conferida pelas Forças Armadas, a questão Europeia, a Imigração e a Segurança;
> Criar as condições de existência de um Portugal renovado e inovador, assente nos Seus quase nove séculos de vida. Inventámos a navegação contra o vento; inventemos agora a navegação contra a crise. Para tal, há que reanimar a nossa Economia e garantir a saúde das Finanças;
> Defender o segurança e dignidade no Trabalho, promovendo a produção nacional;
> Questionar todo o Regime e Administração pública.


I was introduced to Steve and Bruce when Gillan were playing Hammersmith Odeon back in the Eighties. I quite liked the lad at the time, and I met him subsequently at a few Maiden gigs after that. He always seemed quite intense and serious and aware of what was going on.
I think my first encounter with Bruce was when he was rehearsing with Samson in Kilburn, which must have been 1979. I remember I was playing pool and Bruce came out of the studio and he was very animated and very loud and I thought, ‘Who is this geezer?!’ His personality was way in front of the man himself. But as I got to know Bruce, I realised that he is a very intense guy. In the early days when I joined Maiden, he was very extrovert, yet he was introverted at the same time. When he gets a great idea, he won’t let it go and he gets so animated, but other times he would be so intent on what he was thinking about, he would be in another world. His mind amazes me. He’s a genius. He’s also an absolute lunatic - but most geniuses are! And inside there’s a heart of gold.
Dave and I grew up in the same area of London and I think we probably met at the local youth club, through a mutual friend called Dave McLaughlin. I knew that Dave McLaughlin was already playing guitar and I told him that I was a singer. I wasn’t, but I thought I’d get in with these guys! Then I think Dave Mac introduced me to Dave Murray and we started playing together; they played guitar and I sang.
I first met Adrian when I was in Samson and he’d just joined Iron Maiden. We were over the road from each other in different studios; we were doing the second Samson album and he was doing ‘Killers’. He was very much the new boy in the band, but I was really impressed with the style of his guitar playing. And he was dead rock and roll. He was skinny, pasty and waiflike, and he looked really cool!
I saw Janick onstage before I actually met him, and that was when he was with Gillan at Wembley Arena. I saw this flamboyant showman dancing around the stage playing great guitar, and I thought it was absolutely wonderful. Then he came down to a few of our shows and I met him backstage in the bar and we hit it off pretty much immediately - he was a really nice bloke.
With a character like Nicko, you never forget the first time you meet him! We were playing our first ever show abroad in Belgium and he was playing in a band called McKitty when I first saw him. He was sitting outside a café, dressed in a white suit, panama hat and winklepicker shoes. I thought he was a pimp or something from the way he was dressed! Larger than life, as he always has been and always will be, he had obviously had a couple of drinks and was chatting off, and I thought, ‘Wow, who is this character?’ It was quite an amazing experience to meet him and it still is really, he’s just a whirlwind. I suppose he’s calmed down a little bit over the years, but not a lot - but you wouldn’t really want him to.



