sábado, fevereiro 06, 2010

TV Algarve - uma curiosidade

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Casa do Povo de Santo Estêvão de Tavira recebe evento "Brincando com Provérbios"


Iniciativa terá lugar no próximo dia 11 de Fevereiro

Numa organização colaborativa entre a Associação Internacional de Paremiologia (AIP-IAP), o Centro Social de Santo Estêvão de Tavira e a Escola Integrada de Santo Estêvão de Tavira, terá lugar no próximo dia 11 de Fevereiro, pelas 14h00, no Espaço Polivalente da Casa do Povo de Santo Estêvão de Tavira (CPSE), o evento "Brincando com Provérbios".

Os provérbios são sabedoria ancestral contida em poucas palavras; uma riqueza cultural de valor inestimável. É nesse sentido que se propõe este encontro, de natureza intergeracional e aberta a toda a comunidade, que pretende ser o palco para a troca/transmissão deste forma de conhecimento. 

Este evento contará com a dinamização de Rui Soares (AIP-IAP), Maria do Rosário Cavaco Afonso e Felisberto Monteiro Raio.










Centro de Artes e Ofícios de S. Brás de Alportel “À Descoberta das Artes e Ofícios Tradicionais”

Durante o mês de Fevereiro, o Centro de Artes e Ofícios, o mais recente espaço cultural de São Brás de Alportel apresenta “Dias Vivos”, uma proposta de dinamização cultural, que visa dar a conhecer a exposição “À Descoberta das Artes e Ofícios Tradicionais” com demonstrações ao vivo de ofícios tradicionais.

Patente desde a abertura deste mais equipamento cultural, esta exposição retrata 17 histórias de vida de mestres artesãos que guardam nas suas mãos calejadas pelo tempo a sabedoria ancestral dos ofícios tradicionais.

No dia 5, o Dia Vivo é dedicado à empreita, com a presença de Custódio Cavaco e Maria Francisca, os artesãos que se dedicam a esta bonita arte, confeccionado tapetes, alcofas, entre outros materiais feitos nesta matéria-prima de difícil aprendizagem.

No dia 8, é João Florêncio o protagonista de mais um Dia Vivo na Exposição. Ele que dedica grande parte do seu tempo a preparar e a trabalhar o esparto. O passar dos anos roubou-lhe a agilidade das mãos, mas mantém a teimosa vontade de criar e reinventar a aplicação deste material, de dura laboração. E ao sabor da criatividade, o artesão tem juntado aos artigos mais tradicionais, um conjunto de curiosas produções em esparto: gravatas, e até soutiens, entre muitas outras peças mais divertidas e ousadas.

Segue-se o mel, no dia 10, com a participação do apicultor Artur Marcos, que será o protagonista deste dia.

No dia 22, é Dia do Sapateiro, com a participação ao vivo de Elisiário Vaz, que apresentará a arte do conserto do calçado. A arte de fazer sapatos por medida, recortar o cabedal, deitar solas e meias solas, continua viva nas mãos de Elisiário Vaz, um sapateiro à moda antiga com muitas histórias para contar.

A fechar o mês e este ciclo de Dias Vivos, estará no dia 24, a costureira Maria José. O som da velha singer a pedal promete invadir o Centro de Artes e Ofícios para relembrar os velhos tempos de costura desta afamada modista.

Para o mês de Março, o Centro já se encontra a preparar a próxima exposição, no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Mulher. Em “Março, Mês de Mulher”, o espaço acolherá trabalhos de mãos femininas, em resultado dos projectos de formação de adultos que têm sido desenvolvidos no concelho.

segunda-feira, janeiro 25, 2010

O MELHOR ROTEIRO POR TERRAS DA TRADIÇÃO






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A vila de Soajo, característica nas suas formas particulares de vivência e organização social e económica, é provavelmente um dos destinos concelhios mais divulgados e conhecidos, integrando uma área geográfica que foi concelho até à reforma liberal do século XIX.
O meio envolvente...
Características da área geográfica da serrania da Peneda, Gerês e Amarela, o sistema de habitat de "brandas" e "inverneiras" é um marco referencial da maior singularidade e interesse etnológico e patrimonial.


A branda é um espaço de uso mais sazonal, com uma ocupação secundária, conectada sobretudo com os usos agrícolas e pastoris de Verão, por oposição à inverneira tradicionalmente de cariz mais permanente. Ocupam geralmente cotas de terreno a cima dos 600 metros, substancialmente mais altas que as inverneiras a que se associam.


No concelho o número de brandas é significativo, com representações singulares em Bosgalinhas, S. Bento do Cando, Mosqueiros, entre outras. Nas áreas espaciais de Soajo e Sistelo as brandas recebem somente o gado e pastores, integrando por tal estruturas de abrigo bastantes desenvolvidas.


A aldeia do Soajo é também famosa pelo vasto conjunto de espigueiros erigidos sobre uma enorme laje granítica, usada pelo povo como eira comunitária. O mais antigo data de 1782. Estes monumentos de granito foram construídos na altura em que se incrementou o cultivo do milho e serviam para proteger o cereal das intempéries e dos animais roedores. As suas paredes são fendidas para que o ar circule através das espigas empilhadas. No topo são geralmente rematados por uma cruz, que significa a invocação divina para a protecção dos cereais. Parte destes espigueiros são ainda hoje utilizados pelas gentes da terra.


Como chegar...
Do Porto: Siga pela A3 em direcção a Valença. Saia ao Km 78 em direcção aos Arcos de Valdevez, após pagar a portagem siga no IC28 até à vila dos Arcos. Aí siga as indicações para o Soajo/Mesio/Parque Nacional de Peneda Gerês. Cerca de 3 km depois dos Arcos de Valdevez encontrará uma estrada à sua direita que o conduzirá até Soajo (18 km).




Aglomerado Rural de Assureira
Na estrada de Soajo para a Peneda encontramos este núcleo rural. Possivelmente o mais preservado aglomerado da Peneda-Gerês. As construções são todas em granito com a patine do tempo bem presente, o que funde o casario com a encosta onde foram construídas. Os lameiros desenvolvem-se em socalcos e acompanham a descida da encosta desde a aldeia. Destaque para os espigueiros, a ponte, os moinhos de água e a antiquíssima calçada granítica.
Aglomerado Rural do Soajo
O Soajo é um aglomerado populacional centrado em redor de uma praça para a qual convergiam outrora, todos os caminhos e ruelas do sitio. É um curioso urbanismo radial, com leque mais amplo para Sul e para a mancha dos campos e ruelas, cheias de cotovelos, ainda hoje mais passeadas pelos animais e aves de capoeira que pelos homens.


Antas da Serra do Soajo
Integrado no conjunto de monumentos megalíticos conhecidos como Antas da Serra do Soajo, o Núcleo Megalítico do Mezio incorpora cerca de uma dezena de monumentos, distribuídos por uma zona planáltica de cerca de 2km, datados com mais de 5000 anos.


O grupo megalítico do Mezio é um caso raro de importância, não só pela informação científica que permitiu colher, mas também pela recuperação e valorização patrimonial de um período tão remoto e único.


Branda de Mosqueiros
A Idade Média marca a época de construção da Branda de Mosqueiros, um povoado sazonal apenas de pastoreio, muito bem integrado na paisagem. Conjunto de abrigos de falsa cúpula construídos com lajes de granito sumariamente afeiçoadas, disseminados ao longo da chã, dispondo apenas do piso térreo. Junto de cada abrigo, desenvolve-se um pequeno cercado para o gado, fronteiro à estrada. No interior dos abrigos o piso é de terra batida.


Espigueiros do Soajo
Estes espigueiros distribuem-se, uns junto dos outros, pela superfície de um volumoso afloramento de granito, que serve de eira colectiva. São vinte e quatro espigueiros de tipo galaico-minhoto, de corpo baixo e alongado com construcção em pedra, variando a forma dos esteios da cobertura, nas mesas e padieiros. Caracterizam-se pleas fendas verticais no canastro, pelos telhados de duas águas e pilares de sustentação.


Com elementos arquitectónicos integráveis nos séculos XVIII e XIX, encontram-se classificados como Imóvel de Interesse Público


Igreja do Soajo
Interessante templo em cantaria, com torre sineira adossada à direita da frontaria. Possui um singelo mas elegante escadório.


Pelourinho do Soajo
A praça da aldeia do Soajo é presidida por um pelourinho, o qual está classificado como Monumento Nacional, com um simples esteio ao alto, muito próximo do habitual «tronco» do século XIII. É um monumento tosco, de enorme valor histórico e etnográfico - testemunho do tempo em que esta povoação serrana foi vila. A data da sua edificação é incerta, embora o foral dado à vila por D. Manuel em 1514 possa lançar a sua construção, iniciando a sua funcionalidade de marco jurisdicional.




Localidades relevantes nas proximidades da aldeia























domingo, janeiro 24, 2010

Terras de Tradição

Uma riqueza inigualável














GASTRONOMIA - O BELO COZINHO COM PORCO BISARO







AS MINIATURAS - ESPIGUEIRO





CASA TÍPICA DE PEDRA




sábado, janeiro 23, 2010

Deslumbrante...

Para lá do pensamento comum...






A vida... 


...o seu significado...nós...


...para lá de nós...


...a morte...