Ataegina - deusa do renascimento(Primavera),fertilidade,natureza e cura.O nome Ataegina é originário do celta Ate + Gena (renascimento).Era venerada na Lusitânia e na Bética. Existem santuários dedicados à deusa em Elvas, Mérida e Cáceres na Extremadura espanhola,além de outros locais, especialmente perto do Rio.Era das principais deusas veneradas em Myrtilis(Mértola),Pax Julia(Beja),e especialmente venerada na cidade de Turobriga(Huelva).
sábado, janeiro 16, 2010
O meu próximo banquete : GASTRONOMIA MINHOTA
A minha próxima paragem: ARCOS DE VALDEVEZ
sexta-feira, janeiro 15, 2010
ORFEU REBELDE
Retirado do blog Cofre Aberto

«É um trabalho de poesia e música, composto pelo Pedro Paixão (Moonspell) e interpretado pelo mesmo (instrumentos), e comigo (Fernando Ribeiro) e Rui Sidónio (Bizarra Locomotiva) nas vozes. O conceito foi idealizado por mim, a partir do livro de poemas de Miguel Torga: Orfeu Rebelde.»
I - LETREIRO
Porque não sei mentir,
Não vos engano:
Nasci subversivo.
A começar por mim - meu principal motivo
De insatifação -,
Diante de qualquer adoração,Ajuizo.
Não me sei conformar
E saio, antes de entrar,
De cada paraíso.
II - PRELUDIO
Reteso as cordas desta velha lira
Tonta viola que de mão em mão
Se afina e desafina.
E de onde ninguém tira
Senão acordes de inquietação
Chegou a minha vez e não hesito
Quero ao menos falhar em tom agudo
Cada som como um grito
Que no seu desespero diga tudo
E arrepelo a cítara divina
Agora ou nunca meu refrão antigo
O destino destina mas o resto é comigo
III - RELÂMPAGO
Rasguei-me como um raio rasga o céu
Iluminei-me todo de repente
Negrura permanente
De noite enfeitiçada
Queis ver-me com pupilas de vidente
E arrombei os portões à madrugada
Mas nada vi
Caverna de pavores
Só com tempo e vagar eu poderia encarar
Castigar e perdoar
Tanta abominação que em mim havia
IV - ORFEU REBELDE
Orfeu rebelde, canto como sou:
Canto como um possesso
Que na casca do tempo, a canivete,
Gravasse a fúria de cada momento;
Canto, a ver se o meu canto compromete
A eternidade no meu sofrimento.
Outros, felizes, sejam rouxinóis...
Eu ergo a voz assim, num desafio:
Que o céu e a terra, pedras conjugadas
Do moinho cruel que me tritura,
Saibam que ha' gritos como há nortadas,
Violências famintas de ternura.
Canto como quem usa
Os versos em legitima defesa.
Canto, sem perguntar à Musa
Se o canto é de terror ou de beleza.
-------------------------------------------------------------------------------------------------
download gratuito em:
http://www.optimusdiscos.com/discos/cada-som-como-um-grito

Alguns Livros do Artista Fernando Ribeiro:
"NUR FERNANDO"





«É um trabalho de poesia e música, composto pelo Pedro Paixão (Moonspell) e interpretado pelo mesmo (instrumentos), e comigo (Fernando Ribeiro) e Rui Sidónio (Bizarra Locomotiva) nas vozes. O conceito foi idealizado por mim, a partir do livro de poemas de Miguel Torga: Orfeu Rebelde.»
I - LETREIRO
Porque não sei mentir,
Não vos engano:
Nasci subversivo.
A começar por mim - meu principal motivo
De insatifação -,
Diante de qualquer adoração,Ajuizo.
Não me sei conformar
E saio, antes de entrar,
De cada paraíso.
II - PRELUDIO
Reteso as cordas desta velha lira
Tonta viola que de mão em mão
Se afina e desafina.
E de onde ninguém tira
Senão acordes de inquietação
Chegou a minha vez e não hesito
Quero ao menos falhar em tom agudo
Cada som como um grito
Que no seu desespero diga tudo
E arrepelo a cítara divina
Agora ou nunca meu refrão antigo
O destino destina mas o resto é comigo
III - RELÂMPAGO
Rasguei-me como um raio rasga o céu
Iluminei-me todo de repente
Negrura permanente
De noite enfeitiçada
Queis ver-me com pupilas de vidente
E arrombei os portões à madrugada
Mas nada vi
Caverna de pavores
Só com tempo e vagar eu poderia encarar
Castigar e perdoar
Tanta abominação que em mim havia
IV - ORFEU REBELDE
Orfeu rebelde, canto como sou:
Canto como um possesso
Que na casca do tempo, a canivete,
Gravasse a fúria de cada momento;
Canto, a ver se o meu canto compromete
A eternidade no meu sofrimento.
Outros, felizes, sejam rouxinóis...
Eu ergo a voz assim, num desafio:
Que o céu e a terra, pedras conjugadas
Do moinho cruel que me tritura,
Saibam que ha' gritos como há nortadas,
Violências famintas de ternura.
Canto como quem usa
Os versos em legitima defesa.
Canto, sem perguntar à Musa
Se o canto é de terror ou de beleza.
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Alguns Livros do Artista Fernando Ribeiro:
"NUR FERNANDO"




quarta-feira, janeiro 13, 2010
Valorizar o Pão Tradicional

“As Mãos e o Pão” em exposição na Casa dos Condes, em Alcoutim
A galeria de exposição da Casa dos Condes, em Alcoutim, recebe, de 16 de Janeiro a 19 de Fevereiro, a exposição de Pedro Inácio, intitulada “As Mãos e o Pão”.
Inaugurada no próximo dia 16, a partir das 16h30, contando com a presença do autor, entre outras entidades.
Esta exposição, organizada pela Associação ATAS (Associação Transfronteiriça Alcoutim – Sanlúcar) e apoiada pela Câmara Municipal de Alcoutim, tem presente o pão como elemento intimamente ligado à vida da humanidade e à sua subsistência, porque é um dos principais alimentos consumidos há cerca de 6000 anos.
A Associação ATAS leva assim até Alcoutim esta exposição, pela importância que o pão tem no concelho, que aliás tem uma significativa industria panificadora que fornece diariamente pão ao litoral algarvio e a Lisboa.
“As Mãos e o Pão” procura valorizar o pão tradicional de Alcoutim e dar o primeiro passo na criação da Rota das Padarias.
Esta exposição poderá ser visitada gratuitamente de segunda a sexta-feira, entre as 9h00 e as 17h30.
www.regiao-sul.pt
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