sábado, janeiro 16, 2010

Passeio no Paraíso...


Trilho interpretativo do Mezio
Trilho de Ramil
Trilho da Travanca
O Ciclo do pão
Trilho Pertinho do Céu
Trilho do Urzal
Trilho Megalítico do Gião
Trilho do Penedo Grande
Trilho das Brandas
Trilho da Peneda
Trilho do Mezio
Passeio a cavalo por terras do Vez
Trilho Lamas de Mouro - Soajo
Trilho das Brandas do Sistelo
Trilho das Brandas e Inverneiras
Ciclovia do Rio Lima / Troço da Laranja
Trilho do Glaciar e do Alto Vez
Trilho Moinhos do Soajo
As Serras do Soajo e Peneda a Cavalo

O meu próximo banquete : GASTRONOMIA MINHOTA



Arroz de tordos (malandro)

Charutos de ovos

Rojoada

Bacalhau à Lagareiro

Cozido á minhota

Sopa Couve com feijão

A minha próxima paragem: ARCOS DE VALDEVEZ


Mosteiro de Ázere
Ponte Velha do Ermelo
Branda de Mosqueiros
Casa de Valverde
Torre, Casa e Quinta de Aguiã
Casa Solarenga na quinta do Requeijo
Castelo de Sistelo
Igreja Paroquial de São Paio e escadaria
Povoado Castrejo de Álvora
Igreja Matriz de Arcos de Valdevez
Ponte de Sistelo
Cruzeiro do Senhor dos Milagres
Ponte de Ázere
Ponte Medieval de Vilela
Ponte de Sistelo de jusante
Igreja da Misericórdia
Complexo Arqueológico do Gião
Lar Cerqueira Gomes
Ermida de Nossa Senhora dos Aflitos
Prédio sito no Campo do Translandário
Ponte do Mezio
Antas da Serra do Soajo
Casa da Andorinha
Cruzeiro do Senhor dos Perdidos de São Paio
Mosteiro de Ermelo
Pelourinho do Soajo
Casa da Ponte
Edifício dos Paços do Concelho
Ponte de Cabreiro
Conjunto de todos os Espigueiros do Soajo
Casa do Terreiro nº 5 - 15

sexta-feira, janeiro 15, 2010

ORFEU REBELDE

Retirado do blog Cofre Aberto 








«É um trabalho de poesia e música, composto pelo Pedro Paixão (Moonspell) e interpretado pelo mesmo (instrumentos), e comigo (Fernando Ribeiro) e Rui Sidónio (Bizarra Locomotiva) nas vozes. O conceito foi idealizado por mim, a partir do livro de poemas de Miguel Torga: Orfeu Rebelde.»



I - LETREIRO

Porque não sei mentir,


Não vos engano:


Nasci subversivo.


A começar por mim - meu principal motivo


De insatifação -,


Diante de qualquer adoração,Ajuizo.


Não me sei conformar


E saio, antes de entrar,


De cada paraíso.



II - PRELUDIO
Reteso as cordas desta velha lira
Tonta viola que de mão em mão
Se afina e desafina.
E de onde ninguém tira
Senão acordes de inquietação
Chegou a minha vez e não hesito
Quero ao menos falhar em tom agudo
Cada som como um grito
Que no seu desespero diga tudo
E arrepelo a cítara divina
Agora ou nunca meu refrão antigo
O destino destina mas o resto é comigo



III - RELÂMPAGO
Rasguei-me como um raio rasga o céu
Iluminei-me todo de repente
Negrura permanente
De noite enfeitiçada
Queis ver-me com pupilas de vidente
E arrombei os portões à madrugada
Mas nada vi
Caverna de pavores
Só com tempo e vagar eu poderia encarar
Castigar e perdoar
Tanta abominação que em mim havia

IV - ORFEU REBELDE



Orfeu rebelde, canto como sou:


Canto como um possesso


Que na casca do tempo, a canivete,


Gravasse a fúria de cada momento;


Canto, a ver se o meu canto compromete


A eternidade no meu sofrimento.
Outros, felizes, sejam rouxinóis...


Eu ergo a voz assim, num desafio:


Que o céu e a terra, pedras conjugadas


Do moinho cruel que me tritura,


Saibam que ha' gritos como há nortadas,


Violências famintas de ternura.



Canto como quem usa


Os versos em legitima defesa.


Canto, sem perguntar à Musa


Se o canto é de terror ou de beleza.

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download gratuito em:

http://www.optimusdiscos.com/discos/cada-som-como-um-grito

























Alguns Livros do Artista Fernando Ribeiro:
"NUR FERNANDO"
















quarta-feira, janeiro 13, 2010

Valorizar o Pão Tradicional




“As Mãos e o Pão” em exposição na Casa dos Condes, em Alcoutim

A galeria de exposição da Casa dos Condes, em Alcoutim, recebe, de 16 de Janeiro a 19 de Fevereiro, a exposição de Pedro Inácio, intitulada “As Mãos e o Pão”.

Inaugurada no próximo dia 16, a partir das 16h30, contando com a presença do autor, entre outras entidades. 

Esta exposição, organizada pela Associação ATAS (Associação Transfronteiriça Alcoutim – Sanlúcar) e apoiada pela Câmara Municipal de Alcoutim, tem presente o pão como elemento intimamente ligado à vida da humanidade e à sua subsistência, porque é um dos principais alimentos consumidos há cerca de 6000 anos.

A Associação ATAS leva assim até Alcoutim esta exposição, pela importância que o pão tem no concelho, que aliás tem uma significativa industria panificadora que fornece diariamente pão ao litoral algarvio e a Lisboa.

“As Mãos e o Pão” procura valorizar o pão tradicional de Alcoutim e dar o primeiro passo na criação da Rota das Padarias. 

Esta exposição poderá ser visitada gratuitamente de segunda a sexta-feira, entre as 9h00 e as 17h30.


www.regiao-sul.pt