Listagem (clicar para ter informação de trabalhos realizados)
Adreneira (3) (Vila do Bispo)
Alfarrobeira (Silves)
Almarjão (2) (Silves)
Areia das Almas (11) (Lagoa)
Aspradantas (3) (Vila do Bispo)
Barão de S.Miguel (Lagos)
Barradas (Vila do Bispo)
Bem Parece (Vila do Bispo)
Benagaia (Silves)
Bensafrim (Lagos)
Bensafrim: O povoamento do território que compreende a actual freguesia deu-se em tempos remotos, um facto comprovado pelos vestígios arqueológicos encontrados na freguesia, como é o caso de menires, bem desenvolvidos e de fácil reconhecimento e de uma necrópole da Idade do Ferro. Aqui foi confirmada a presença romana, pois nesta necrópole foram encontradas incineração pertencentes a este povo, de onde se retiraram fragmentos de cerâmica, pregos, armas e algumas peças de bronze do século I d. C.. O espólio da necrópole pré-romana incluía vasos cerâmicos, um anel de cobre, argolas de bronze, fuzilhões de fíbulas, pontas de lança em ferro, uma pequena argola de ouro, contas de vidro colorido e lajes funerárias com caracteres ibéricos.
Budens (Vila do Bispo)
Menir de Budens: Compõe-se por um monólito de talhado em calcário branco. Apresenta uma forma subcilindrica e 0,90 m de altura.
Caramujeira (26) (Lagoa)
Menires da Caramujeira: As 2 pedras identificadas a 15-11-1975 eram de facto parte de um menir fálico em calcário, decorado com 2 faixas ondulantes, cada uma formada por 4 cordões em relevo; - existem materiais liticos e cerâmicos in situ nos cortes da antiga exploração da saibreira; -existem outros 9 fragmentos de menires, um com decoração semelhante ao referido acima; -a cerca de 300 a sul, numa outra saibreira, foram encontrados mais 6 fragmentos de menires, alguns quase inteiros e 3 deles com decoração semelhante.
Carriços (5) (Vila do Bispo)
Menires dos Carriços: Localizam-se a cerca de 1 Km a NE da povoação da Figueira, mais concretamente nas encostas da Ribeira dos Carriços. Tratam-se de 5 menires, talhados em calcário de cor branca. Apresentam formas subcónicas e paralelepipédicas. Datam do Neolítico Final.
Menires da Casa do Francês: Trata-se de 6 menires, talhados em calcário, tendo um deles a glande fálica marcada por um cordão em relevo. O conjunto apresenta ainda uma laje decorada em forma sub-trapezoidal.
Castanheiro (4) (Lagos)
Cerro das Alagoas (Loulé)
Cerro das Pedras (3) (Loulé)
O dólmen do Cerro das Pedras, o menir caído de Alagoas em pedra calcária trazida de longe, ambos nas proximidades de Salir, e as antas do Beringel e Pedra do Alagar (Ameixial) são vestígios que recuam até ao período megalítico.
Cerro do Camacho (5) (Vila do Bispo)
Os menires do Cerro do Camacho são 5 menires de calcário branco com uma forma subcilíndrica ou ovóide, dispersos no terreno. Num destes é possível verificar várias inscrições, que segundo alguns arqueólogos, poderá tratar-se de um "marco de propriedade" , cuja cruz esculpida e os círculos em relevo são identificadores do proprietário, possivelmente uma ordem religiosa.
Cumeada (Silves)
Ferrel de Baixo (Lagos)
Guadalupe (Vila do Bispo)
Lameira (Portimão)
Lombos (3) (Lagoa)
Menir de Lombos: Planalto de areias quaternárias com 89m de altura onde foram recolhidos artefactos de pedra lascada com talhe "tipo languedocense", cerâmica com decoração, artefactos de pedra polida e elementos de mó. Foram ainda descobertos nesta estação inédita, três bétilos em calcário de forma subcónica.
Maranhão Novo (Lagos)
Marmeleiros (3) (Vila do Bispo)
Marreiros I (3) (Vila do Bispo)
Menires dos Marreiros: Foram identificados dois agrupamentos diferentes de menires, sendo possível recolher, apenas próximo de um deles, vestígios de material em pedra polida. Todos os menires apresentam, a mesma forma subcilindrica e são de côr branca.
Marreiros II (4) (Vila do Bispo)
Tratam-se de 2 conjuntos de menires, talhados em calcário, apresentando cor branca e uma forma subcilindrica ou estelar. Localizam-se a 1250 m de Vila do Bispo , mais concretamente na margem esquerda da Ribeira de Vale Marreiros.
Milrei (21) (Vila do Bispo)
Menires de Milrei: Tratam-se de 21 menires talhados em calcário branco, cujas formas variam entre: subcónica, cilíndrica e paralelepipédica. As superfícies de alguns deles apresentam-se decoradas com covinhas e cordões de elipses. Datam do Neolítico Final.
Monte Alto (Lagos)
Sítio localizado por João Velhinho e David Calado. No local os autores recolheram um fragmento de cerâmica manual decorado com cordões plásticos e identificaram um menir prismático. Aquando da visita ao local foi observado o menir mas a vegetação não permitiu a detecção de materiais arqueológicos à superfície.
Monte Branco (Silves)
Menir de Morgados: Localiza-se próximo de Budens, mais concretamente ao Km 8 da EN 125. O monumento compõe-se por um fragmento, que contem o volume de um menir. É talhado em calcário, de cor branca e apresenta forma subcilindrica.
Menir de Odiáxere, (O): Sítio localizado por J. Velhinho e David Calado, localiza-se no limiar da plataforma do interflúvio Bensafrim/Odiáxere. No local foi identificado um menir semelhante aos que surgem decorados, mas a superfície encontrava-se de tal forma erodida que não era possível o reconhecimento de eventuais símbolos. O menir foi destruído no decurso das obras de construção do IC4 - Lagos/Lagoa.
Menires do Padrão: Inventariação dos menires da área (10 monumentos). Escavação integral do menir 1 do Padrão, onde foi identificada uma estrutura de combustão em fossa com restos de moluscos associados e um pequeno empedrado anexo.O espólio encontrado remete para um horizonte integrável no Neolítico final- Calcolítico inicial. Realização de sondagem junto do menir 2 para comprovar que não se tratava de um afloramento rochoso, escavação junto daestela-menir 8 (raro monumento antropomórfico e aparentemente "in situ"
Para a sua datação são apontados os 4º/3º Milénios a.C.
Menires da Pedra Escorregadia: Menir 1- Parece ser o monólito a que corresponde aquele topónimo. Em calcário branco, subcilíndrico, com 2m de altura, mostra secção elíptica medindo os eixos ortogonais da sua maior secção 1,10m e 0,80m.Encontra-se tombado; Menir 2 -Muito fragmentado, encontra-se no topo do cerro; Menir 3 -Encontra-se a 10m do menir 2.È apenas a parte superior de um grande menir, de forma tronco-cónica, de calcário branco, com 1,5m de altura e secção elíptica cujos eixos maiores medem 0,95m e 0,80m.Encontra-se tombado.A cerca de meia altura mostra, incisa uma gravura muito fina em forma de elipse.
Sítio da Pedra Moirinha: Trata-se de um grande penedo de sienito nefelínico que foi arrastado da serra de Monchique e, se encontra agora assente sobre terrenos miocénicos. Não sendo de admitir o transporte por acção glaciária, o que está geologicamente comprovado, há que admitir a acção do homem pré-histórico e considerar a Pedra Moirinha como sendo um monumento megalítico, muito provavelmente um menir de características únicas no país.
Pedras Ruivas (Loulé)
Monumento de corredor médio, apresentando vestígios de mamoa. A câmara de nove esteios, tem planta poligonal alongada, com cerca de 3,30m de comprimento e 2,70m de largura.O corredor, com cerca de 3m, é formado por 4 esteios de cada lado.Não foi encontrado qualquer fragmento da tampa do dólmen.
Tipologicamente o povoado fortificado do Pinheiral integra-se no conjunto de povoados fortificados designados por "castros agrícolas", caracterizados pela sua instalação em colinas de baixa altitude, em zonas férteis e bem irrigadas de vale, apresentando geralmente uam única plataforma e priviligiando o talude e o fosso como sistema defensivo. Com base na cerâmica presente na bolsa e nas camadas que a cobriam podemos caracterizar cronológicamente, por comparação com cerâmicas presentes noutras estações, a última fase de ocupação do povoado - entre meados do séc. I a.C e meados do séc. I d.C.
Menir dos Gregórios ou Pedra dos Cucos: Monumento do Neolítico final. Monólito de forma subelipsoidal, estreito, talhado em grés vermelho. Encontra-se tombado.
É um monumento monolítico de forma subelipsóidal. Tem uma largura muito reduzida, parecendo uma estrela e 2,35 metro de altura. Foi recentemente colocado na posição vertical. Existem mais dois menires que sofreram a mesma intervenção, o Menir da Velarinha e o Menir da Pedreirinha, que se encontram a cerca de 3Km do Menir do Gregórios, seguindo pelo cerro, em direcção a Nascente.
Menires da Portela do Padrão: Perto do alinhamento dos quatro menires encontram-se outros pedaços de calcário, certamente provenientes de outros megálitos.
A Quinta da Queimada é o melhor preservado povoado com menires actualmente conhecido em toda a Extremadura. Foi possível realizar uma série de datações OCR. os estratos foram datados cada 5 cm. Aguardam-se os resultados de outra datação paralela (OSL). Procederam-se a análises mineralógicas e petrográficas de cerâmicas e líticos. Foram determinadas as áreas de origem da matéria prima. Procedeu-se à reconstituição das séries de sedimentação junto ao menir 3, com base nas datações provisórias de OCR. Toda a evolução sedimentológica do sítio foi unificada entre o VI milénio a.C. e aproximadamente 6500 d.C. Verificou-se a existência de estruturas construídas e distribuição micro-espacial de elementos líticos.
Apesar do menir se encontrar localizado perto do limite da propriedade, este não será afectado directa ou indirectamente pela exploração da pedreira.
Sítio identificado por J. Velhinho e David Calado, caracterizado pela presença de fragmentos de machados mirenses e peças em sílex. Localiza-se numa vertente voltada a sul, nas imediações de uns barrancos perto do local onde se encontrava o menir das Salgadas.
Santo António (2) (Vila do Bispo)
Tratam-se de restos de menires, talhados em calcário branco, com forma subcilíndrica. Localizam-se a 4 Kms NE do Cabo de S. Vicente e a 500 m da Ermida de Santo António.
Foram recolhidos à superfície do terreno, indústrias sobre seixos e sobre lascas.
Menires da Serra da Borges: Elipses segmentadas cujo eixo maior é extremamente alongado
Conjunto de dois menires junto a uma estrada, no Vale de França. Um deles foi recentemente removido do local e reimplantado sem qualquer tipo de intervenção arqueológica.
Recolheram-se á superfície do terreno, artefactos de tipo mirense, nomeadamente machaodos, raspadores e lascas.
Localização e identificação de dois monólitos , assentes obre xistos e grauvaques, tombados sobre o terreno.
Existem mais dois menires que sofreram a mesma intervenção, o Menir da Velarinha e o Menir da Pedreirinha, que se encontram a cerca de 3Km do Menir do Gregórios, seguindo pelo cerro, em direcção a Nascente.










